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Tribunal do Júri de Águas Claras julgará ex-médico acusado de matar a mãe em incêndio

Tribunal do Júri de Águas Claras julgará ex-médico acusado de matar a mãe em incêndio

O Tribunal do Júri de Águas Claras julgará, no próximo 19 de março (quinta-feira), às 9h, o ex-médico Lauro Estevão Vaz, acusado de matar a própria mãe, Zely Alves Curvo, de 94 anos. A idosa morreu após um incêndio no apartamento onde morava, no Residencial Monet, em Águas Claras, em 31 de maio de 2024.

Segundo o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o crime teria sido cometido por motivação financeira. De acordo com a investigação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), o fogo começou na maca onde a vítima estava deitada. Além disso, a perícia descartou falhas elétricas e causas naturais, indicando que o incêndio teve origem em ação humana.

Atualmente, a Justiça mantém o ex-médico preso desde 14 de junho de 2024. O Ministério Público o denunciou por feminicídio qualificado, por motivo torpe, com uso de fogo e recurso que impossibilitou a defesa da vítima, e também por fraude processual.

Disputa pela curatela

Ainda segundo a acusação, Lauro não aceitou a perda da curatela da mãe, que lhe dava acesso aos rendimentos dela. Posteriormente, a Justiça transferiu a administração dos bens para outro familiar. Com isso, o acusado teria passado a enfrentar dificuldades financeiras e demonstrado insatisfação com a decisão.

Alteração da cena

Além das suspeitas sobre o incêndio, a investigação aponta que Lauro voltou ao apartamento ao menos três vezes após o ocorrido, mesmo com a área isolada para perícia. Conforme a polícia, ele teria retirado objetos e alterado o ambiente, o que levou à acusação de fraude processual.

Histórico do acusado

Antes desse caso, a Justiça já havia condenado Lauro por violação sexual mediante fraude após denúncias de duas pacientes atendidas entre 2009 e 2010 em uma unidade de saúde do DF. Em consequência, o Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) também cassou o registro profissional do ex-médico.

Por fim, se o júri o condenar, Lauro poderá cumprir pena de 12 a 30 anos de prisão.

Por: Rafaella Iack.

 

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