De Olho na Praça: moradores denunciam deterioração na Praça Norte
A Praça Norte, ao lado da estação de metrô Águas Claras, mostra um cenário crescente de abandono. Hoje, quem passa pelo local encontra lixeiras deterioradas, bancos quebrados e grande acúmulo de lixo. Esse conjunto de problemas, portanto, já compromete a segurança, o uso e a convivência dos moradores.
Lixeiras destruídas e bancos danificados
Logo à primeira vista, a deterioração se destaca. Quase todas as lixeiras estão destruídas, enquanto a maioria dos bancos de concreto apresenta danos. Além disso, o lixo se espalha em vários pontos da praça, especialmente durante a madrugada.
O morador Diogo Alexandre, que frequenta a praça desde que se mudou para Águas Claras, em 2022, explica que a situação piorou ao longo dos anos.
“Quando eu e minha esposa chegamos, a praça já tinha essas mesas de concreto, as lixeiras, mas ao longo daquele ano já foi sendo deteriorado. Mais ou menos uns dois anos teve uma manutenção desses bancos de concreto. Tem umas mesinhas de xadrez, mas já estão, tem vários que já estão quebrados, infelizmente.”
Ele acrescenta que o abandono das lixeiras ficou ainda mais evidente:
“As lixeiras já foram praticamente todas vandalizadas. As lixeiras já têm mais tempo que eu não vejo manutenções sendo feitas aqui.”
O que diz a Administração de Águas Claras sobre as lixeiras: A Administração de Águas Claras informou que realiza a gestão das lixeiras em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU). Segundo o órgão, a reposição já foi solicitada e a cidade aguarda uma nova licitação para o fornecimento de lixeiras no padrão papeleiras.
Iluminação precária aumenta a vulnerabilidade
Além do lixo e da deterioração física, a falta de iluminação agrava o cenário. Diogo explica que os poucos postes existentes não conseguem iluminar a praça adequadamente, já que ficam acima da copa das árvores.
“Existem postes, mas eles são muito poucos, são apenas quatro postes aqui nesse círculo central. Eles são muito altos, ficam acima da copa das árvores, o que gera muita sombra. Isso favorece muito o vandalismo.”
Como consequência, o medo cresce:
“De madrugada, após o fluxo de pessoas dos bares, fica um lugar meio inabitável, perigoso, porque fica muito escuro. Eu já evito sair com a minha cachorra depois das 10 horas da noite, porque gera realmente uma sensação de insegurança.”
O que já foi feito na iluminação da praça: A Administração informou ainda que, recentemente, foram realizadas podas nas árvores para melhorar a iluminação. Além disso, houve a troca das lâmpadas convencionais por LED, trabalho executado pela CEB IPes.
Acúmulo de lixo
O fluxo noturno também impacta diretamente a limpeza da praça. Segundo Diogo, o lixo aumenta drasticamente ao longo da noite:
“A tendência é que ao longo da noite vá acumulando lixo, principalmente garrafas de vidro. De manhã cedo, quando eu saio pra passear com a minha cachorra, a gente vê muito as lixeiras amontoadas com vidro, latinha de cerveja, etc.”
Projeto de revitalização perde força após vandalismo
Outro ponto mencionado por Diogo é o desaparecimento de um antigo projeto comunitário:
“Existia um projeto feito com alguns comerciantes e a administração. Tinha uma plaquinha com a logo do GDF e o nome de alguns comerciantes. A placa também foi vandalizada, foi retirada. Acredito que esse projeto não exista mais, porque foi tanto empenho em vão que esses comerciantes ficaram desmotivados.”
Morador defende melhorias urgentes
Diante do cenário, Diogo destaca algumas ações que considera essenciais:
“Os postes, a iluminação, esses postes que fiquem um pouco mais baixos. A reforma dos bancos, tem vários que já foram vandalizados. Isso é uma constante aqui na praça.”
Ele reforça que câmeras de segurança também ajudariam:
“A gente não consegue ver quem está circulando no interior da praça porque as árvores têm folhagem muito densa. Vejo a iluminação e, se fosse possível, as câmeras de segurança, como algo emergencial.”
Por fim, Diogo faz um apelo claro para que as autoridades acompanhem de perto o que acontece na Praça Norte:
“Que andem pela cidade, que caminhem, não só passem rapidamente de carro. Que circulem, utilizem o transporte público para ver mesmo, sentir a cidade e saber quais são as demandas. Ainda mais uma vitrine de Águas Claras, que é a praça do metrô, pra fazer as melhorias necessárias.”
Administração diz manter contato com órgãos de segurança
A Administração de Águas Claras afirma que mantém contato constante com os órgãos de segurança, solicitando aumento de rondas em locais com maior número de registros. O órgão também reforça a importância do registro formal:
“O registro de ocorrência é fundamental, pois é a fonte primária dos dados que compõem os índices oficiais de criminalidade. Sem ele, as estatísticas não refletem a realidade, gerando subnotificação e dificultando o planejamento da segurança pública.”
Por: Rafaella Iack.
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