Operação Monopólio: PCDF mira quadrilha que movimentou R$ 150 milhões
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, nesta quarta-feira (14), a Operação Monopólio, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa armada, voltada ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro. A Coordenação de Repressão às Drogas (CORD) e a 8ª Delegacia de Polícia conduziram a investigação de forma integrada.
Como resultado da operação, a Justiça expediu 22 mandados de prisão temporária e 29 mandados de busca e apreensão. Além disso, as autoridades determinaram o bloqueio de 26 contas bancárias e o sequestro de bens vinculados ao grupo. As ações ocorreram simultaneamente nas cidades da Estrutural (23 mandados), Paranoá (2), Ceilândia (1), Águas Claras (1), Samambaia (1) e também em Aparecida de Goiânia (GO).
Domínio violento e lavagem em larga escala
Segundo a PCDF, os criminosos usavam violência armada para manter o controle do tráfico na Estrutural. O líder da organização, por sua vez, bancava advogados para membros presos e gerenciava um elaborado esquema de lavagem de dinheiro.
Durante a apuração, os policiais identificaram o uso da técnica de “smurfing”, que consiste em fragmentar depósitos ilícitos em diferentes contas bancárias, dificultando o rastreamento. As investigações também revelaram o uso de 12 empresas na lavagem de dinheiro, sendo que quatro delas eram empresas de fachada.
Um dos estabelecimentos, registrado em nome do líder da quadrilha, movimentou mais de R$ 2 milhões em notas fiscais em apenas seis meses, valor dez vezes superior ao declarado oficialmente. Outro, com capital social de apenas R$ 1 mil, registrou movimentação de R$ 1,6 milhão no mesmo período.
Além disso, a conta pessoal do líder movimentou aproximadamente R$ 6 milhões entre janeiro de 2022 e outubro de 2024. No total, os investigadores estimam que a organização tenha movimentado cerca de R$ 150 milhões nesse intervalo.
Crimes e penas
Os envolvidos responderão por organização criminosa (pena de 3 a 8 anos), tráfico de drogas (5 a 15 anos) e lavagem de dinheiro (3 a 10 anos de reclusão). Assim, a Operação Monopólio reforça o compromisso da PCDF no enfrentamento ao crime organizado e no combate à ocultação de patrimônio ilícito no Distrito Federal.
*com informações da PCDF.
Por: Rafaella Iack.
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